Dr. Dino Altmann afirma que piloto deveria ter realizado exame antidoping normalmente
Alceu Feldmann (Fernanda Freixosa/Vicar)
Alceu Feldmann cometeu um erro de procedimento que deve
agravar a sua situação. Esta é a opinião do presidente da Comissão
Nacional de Medicina Desportiva da CBA (Confederação Brasileiro de
Automobilismo), Dino Altmann.
O piloto faz um tratamento médico (que não quis especificar por motivos pessoais) com substâncias que poderiam surgir no exame e por isso pediu em 2009 um documento oficial que lhe autoriza o uso do medicamento, o TUE (“Therapeutic Use Exemptions”, Exceções de Uso Terapêutico, em inglês).
Durante a etapa do Velopark da Stock Car, que aconteceu em 6 de maio, Feldmann estava na lista de pilotos chamados para o controle antidoping e, como o documento ainda não tinha sido expedido pela Agência Nacional Antidoping (Anad), ele preferiu se negar a realizar o exame, seguindo orientação de seus advogados.
Só que, segundo o Dr. Altmann, a decisão apenas agravou a sua situação. O médico admitiu um “erro de comunicação” da CBA e da Anad para que o piloto estivesse em posse do TUE, mas explicou que o piloto já possuía um parecer favorável ao documento e que seguiu um procedimento errado. “Ele deveria ter feito o exame. É um caso complexo. Agora, criou-se uma dificuldade”, afirmou, em entrevista ao Tazio Autosport.
O representante da CBA disse que, mesmo com um exame positivo, Feldmann teria embasamento para se defender, apesar de não possuir o documento oficial da Anad. Nesse caso, o parecer seria levado em conta na hora do julgamento, algo que perdeu validade, porque, ao se recusar a realizar o controle, o piloto não seguiu o Código Antidoping e passou a ser considerado culpado.
A questão não está mais na órbita da CBA, pois já foi encaminhada para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Feldmann tem um prazo de 30 dias para apresentar a sua defesa até que seja tomada uma decisão. Durante este período, ele está suspenso preventivamente das competições, o que não irá interferir na sua participação na Stock Car, já que a próxima etapa da temporada acontece apenas no dia 1º de julho.
Dr. Altmann ainda enfatizou que a notificação do problema passou pela CBA depois da etapa de Ribeirão Preto, que aconteceu 15 dias depois da prova do Velopark. Mais cedo, a assessoria da entidade afirmou ao Tazio Autosport que a suspensão justamente em um período sem corridas é uma “coincidência”.
Caso seja condenado, Alceu Feldmann pode pegar até dois anos de suspensão.
O piloto faz um tratamento médico (que não quis especificar por motivos pessoais) com substâncias que poderiam surgir no exame e por isso pediu em 2009 um documento oficial que lhe autoriza o uso do medicamento, o TUE (“Therapeutic Use Exemptions”, Exceções de Uso Terapêutico, em inglês).
Durante a etapa do Velopark da Stock Car, que aconteceu em 6 de maio, Feldmann estava na lista de pilotos chamados para o controle antidoping e, como o documento ainda não tinha sido expedido pela Agência Nacional Antidoping (Anad), ele preferiu se negar a realizar o exame, seguindo orientação de seus advogados.
Só que, segundo o Dr. Altmann, a decisão apenas agravou a sua situação. O médico admitiu um “erro de comunicação” da CBA e da Anad para que o piloto estivesse em posse do TUE, mas explicou que o piloto já possuía um parecer favorável ao documento e que seguiu um procedimento errado. “Ele deveria ter feito o exame. É um caso complexo. Agora, criou-se uma dificuldade”, afirmou, em entrevista ao Tazio Autosport.
O representante da CBA disse que, mesmo com um exame positivo, Feldmann teria embasamento para se defender, apesar de não possuir o documento oficial da Anad. Nesse caso, o parecer seria levado em conta na hora do julgamento, algo que perdeu validade, porque, ao se recusar a realizar o controle, o piloto não seguiu o Código Antidoping e passou a ser considerado culpado.
A questão não está mais na órbita da CBA, pois já foi encaminhada para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Feldmann tem um prazo de 30 dias para apresentar a sua defesa até que seja tomada uma decisão. Durante este período, ele está suspenso preventivamente das competições, o que não irá interferir na sua participação na Stock Car, já que a próxima etapa da temporada acontece apenas no dia 1º de julho.
Dr. Altmann ainda enfatizou que a notificação do problema passou pela CBA depois da etapa de Ribeirão Preto, que aconteceu 15 dias depois da prova do Velopark. Mais cedo, a assessoria da entidade afirmou ao Tazio Autosport que a suspensão justamente em um período sem corridas é uma “coincidência”.
Caso seja condenado, Alceu Feldmann pode pegar até dois anos de suspensão.
Fonte: tazio
Disponível no(a): http://tazio.uol.com.br
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